sábado, 27 de outubro de 2007

JOÃO FERREIRA??? 100 COMO ELE!!!

---------------------------- Espalhando o café no terreiro, para a seca -
MMMM Começo a sentir algumas dificuldades em conseguir traçar o verdadeiro perfil do João Ferreira, o degredado que se tornou "dono" de um enorme império no Norte de Angola, império esse que se estendia por todo um vastíssimo território que se estendia por toda a zona que abrangia o Vale do Lodge (ou Loge), passava pelo Úcua, pelo Bembe, Quimaria, Quedas do Duque... e por aí fora, pois diz-se que nem ele saberia aquilo que tinha em fazendas espalhadas por essa terra de Deus a que um dia foi obrigado a chegar, por via da pena de degredo a que, muitos anos antes, havia sido condenado.
mmmm Já aqui tive a oportunidade de contar uma história relacionada com um transporte de dinheiro, mas agora vou contar outra das mil e uma historietas dessas muitas que sobre este homem são contadas... ou que ele mesmo conta, uma vez que nunca se coibiu de publicitar algumas das suas façanhas mais sórdidas, escondendo deste modo aquelas em que poderiam atribuir-lhe alguma probidade de carácter. Maneiras de estar na vida.
MMMM O João Ferreira, um certo dia, deslocou-se a Luanda, porque teve premente necessidade de efectuar o pagamento de uma fazenda de sisal que havia apalavrado para compra, antes que alguém lhe estragasse o negócio. Como tinha alguns afazeres no itinerário que ia seguir, utilizou a sua Peugeot, uma carrinha de caixa aberta que o transportava para todo o lado, para a caça, para os mercados do café ou do sisal, para os comércios gerais que tinha espalhados um pouco por todo o lado, ou para a capital angolana, onde preferia utilizar aquele meio de locomoção, pois não gostava mesmo nada de utilizar os maxibombos de Luanda, uma vez que, como era analfabeto, tinha dificuldades em saber para onde eles se dirigiam.
MMMM Solicitou no Banco Comercial de Angola a importância que mecessitava para o pagamento, mas o funcionário que o atendeu, vendo como o cliente se apresentava vestido, torceu o nariz e chamou o gerente, para que este providenciasse que o velho sebento e mal vestido fosse para a rua. É que o João Ferreira vestia sempre - ou quase sempre - umas velhas calças de fazenda grosseira, uma camisa xadrês, bastante puída no colarinho, um pullover em malha cinza/acastanhado, com malhas soltas, um velho chapéu de abas na cabeça, muito ensebado, e, pelos ombros, uma velha samarra com gola em pelo de raposa, presumívelmente enviada da Metrópole por algum amigo ou familiar, fazia séculos. O gerente surge e convida o milionário a saír, senão teria de chamar a Polícia. O João Ferreira ri-se e pergunta-lhe se não sabia mesmo quem ele era, e voltou costas, dirigindo-se para a porta. Um funcionário que sabia bem quem era o cliente, alerta o gerente, deixando-o lívido. Este corre para a porta e pede mil e uma desculpas ao João Ferreira, que as aceitou. Num pedaço de papel escreveu a importância que pretendia levantar... que correspondia exactamente ao dinheiro que ali havia sido depositado por ele. O gerente empalidece e, gaguejando, informa que apenas poderá satisfazer um pedido daquela importância dentro de três dias, no mínimo, mas o João Ferreira diz-lhe que o dinheiro tem que estar na sua posse naquela tarde, pois voltaria logo após o almoço para o levantar. Acto contínuo, dirige-se ao Hotel Mundial, onde pediu um quarto onde descansar umas horas, dado o desgaste tido na viagem, mas o recepcionista avisa-o que não pode ceder-lhe um quarto, porque não estava vestido de modo a que pudesse frequentar aquele hotel. O João Ferreira barafustou de imediato, pelo que o gerente do Hotel chamou as autoridades e pediu para colocarem o nosso homem na rua. Então... ele não esteve com meias medidas: Informou-se sobre a quem pertenceria o Hotel e disseram-lhe que era da Companhia de Seguros Mundial, representada pelo Banco de Angola, onde se dirigiu e... comprou o imóvel. Volta então à recepção, onde o recepcionista volta a chamar o gerente. A este, o João Ferreira apenas disse: - "Faça o favor de ir pedir que façam as contas deste senhor - e apontou o recepcionista - peça também as suas e desapareça-me da vista, que não o posso vêr! ". E dito isto, voltou costas e entrou pelo Hotel dentro. O Gerente chama a Polícia e estes pediram a identificação ao João Ferreira, que a mostrou com um sorriso nos lábios, virando-se para eles e perguntando-lhes porque raio estariam a incomodá-lo por ele estar a mandar dois indesejáveis para a rua, pois estavam num Hotel que era dele... e ele não os queria ali. O gerente nem sabia o que dizer, tal como o Recepcionista, mas lá foram pedindo desculpas, muito atabalhoadamente... que o João Ferreira não aceitou. Informou-os então que havia comprado o Hotel apenas para poder ter o prazer de os mandar para a rua, tal como lhe haviam feito a ele pouco tempo antes.
MMMM Quanto ao Banco, bem tentaram eles que o João Ferreira mudasse de opinião e mantivesse o dinheiro na conta, mas ele foi inlexível. Retirou o dinheiro... e fundou então o Banco Comercial e Industrial de Angola, a partir da importância que retirara do BCA... que só não fechou porque Angola era rica e chegava para todos. Pagou a fazenda nova, o Hotel e abriu o Banco!
MMMM Mas ainda aconteceu um outro episódio, ligado a este que relato. Quando o Banco fechou as contas do dia, deu por falta de um milhão de escudos. Conferiram, voltaram a conferir e concluíram que só poderia ter sido o João Ferreira a levantar aquele dinheiro, por um erro do Caixa, pois o João Ferreira jamais conferia aquilo que levantava. O Caixa meteu-se então num táxi aéreo e voou para o Negage, onde teve que esperar pelo João Ferreira, que havia seguido via terrestre. Quando o João Ferrira chegou, era já noite, viu o Caixa à sua espera e perguntou-lhe se houve algum problema no Banco que o tivesse feito chegar ali tão depressa, sendo então informado da falha encontrada nas contas da caixa. O pobre do homem chorava de forma desconsolada. O João Ferreira pediu então ao filho Zé Luis para conferir o dinheiro e este confirmou haver ali mil contos a mais. O João Ferreira pegou então nos mil contos e outro pacote com 100 contos, entregando-os ao homem com estas palavras: - "Diga lá à sua gente que eu não quero o mal de ninguém nem quero o que não me pertence, mas não permito que um sacaninha, como foi o gerente, me faça ameaças com a Polícia! Leve lá o vosso dinheiro e leva mais este - referindo os 100 contos - pague o táxi e fique com o resto para o ajudar a recuperar do susto que teve! Bom regresso e quando quizer mudar de emprego no Banco vá ao novo Comercial e Industrial, que vou abrir brevemente, pois eu necessito de pessoas de confiança, e parece-me que você o é." O caixa não queria acreditar na sorte, creio bem, pois quem ouvia o João Ferreira temia-o e quem ouvia falar dele respeitava-o só pelo nome, que ecoava de Norte a Sul de Angola. No entanto, pela fama que foi grangeando, muitas vezes se ouvia: "O João Ferreira? Arranjem mais 100 como ele e esta Província não precisa de mais ninguém! É um Homem diferente, que não tem medo de se assumir!"
MMMM Era assim o João Ferreira, um homem rude mas justo como nenhum!

quarta-feira, 24 de outubro de 2007

CAFÉ DO UÍGE... OURO DO UÍGE...

------- Não é fácil não se associar o café ao Uíge, nem o Uíge ao café, tão indeléveis são as marcas deixadas por uma das maiores riquezas algumas vez cultivadas em solo Angolano. Porque os diamantes das Lundas ou o petróleo de Cabinda, sendo igualmente riqueza extraída do ventre da terra, não são o produto de uma plantação que se tenha feito, sujeita às vicissitudes do tempo... que, felizmente, foi sempre bastante favorável à produção desse autêntico tesouro que era produzido nas terras do Norte de Angola.
---------Angola é uma terra com grande diversidade climatérica, pedológica e biológica, sendo que as actividades agrárias são bastante intensas, quer por parte das populações indígenas, que trabalham a terra com as suas formas tradicionais, produzindo uma agricultura de subsistência, mas os colonos vindos do exterior aplicam técnicas completamente diferentes, mais voltadas para o rendimento pecuniário retirado daquilo que as terras lhes dão. Angola tornou-se de tal modo num produtor e exportador com algum relevo, especialmente nos produtos vegetais e animais. Cerca de 80% da população angolana vive da agricultura, estimando-se que a terra arável tenha atingido 5 a 8 milhões de hectares, mas no momento actual estará apenas 3% desta terra a ser cultivada, mercê do êxodo maciço dos portugueses e muitos angolanos, após a independência do país e por via da guerra civil. Alguns produtos do reino vegetal angolano, que traziam riqueza e prestígio comercial a Angola eram o café, as madeiras, o algodão, o sisal e o tabaco, citando só os mais importantes.
---------Durante o período colonial, o café, nomeadamente o "robusta", deu a Angola o 3º. lugar entre os maiores produtores: - Em 1973 foram exportadas 220 mil toneladas, produzidas em cerca de 3.000 plantações, a maior parte localizada nas províncias do Bengo, do Uíge, de Cuanza Norte e Cuanza Sul. Após a independência, a maioria das plantações, abandonadas pelos proprietários quando da eclosão do terrorismo, foram nacionalizadas e distribuídas por 33 empresas nos primeiros anos da década de 80, sem que disso resultassem melhorias na produçã, que foi de menos de 24 mil toneladas , em 1981, e 11 mil em 1984. Desde Julho de 1989, a queda dos preços do café no mercado internacional, com o colapso do sistema de quotas de exportação da Organização Internacional do Café, prejudicou muito a situação: 5 mil toneladas em 1991 e apenas 3 mil em 1993. Os rendimentos do café em Angola, que eram de 164 milhões de dólares no início da década de 80, não atingia os 4 milhões dez anos depois.
----------A mina de ouro negro que era o café de Angola, parece ter esgotado, restando-lhe agora o outro ouro negro saído dos mares de Cabinda... mas isso é outra história.

REPENSANDO A GUERRA EM ANGOLA

----* Há muitos Portugueses, daqueles que, um dia, partiram do seu torrão natal para socorrer gentes que, lá longe, nas terras longínquas de África, lutavam pela sua sobrevivências, vitimados por acontecimentos que os ultrapassavam completamente e de que nem sequer conheciam o real significado.
----* Soldados, aviadores e marinheiros, irmanados num enorme sentimento de SERVIÇO À PÁTRIA, combateram em África de uma forma a todos os títulos valorosa, apenas irmanados na obediência e no imperativo que era o cumprimento do dever, com fidelidade ao instinto vital de independência que constantemente é apanágio da alma milenar da GREI. Mas é possível sentir-se hesitação perante uma interrogação que nos brota de dentro do peito: EM BOA VERDADE...PARA QUÊ LUTAR?!...
----* No entanto... a resposta é simples, bem pertinente e muito clara: - DURANTE 13 ANOS PORTUGAL DEFENDEU-SE EM ÁFRICA PARA:
- Cumprir um inalienável dever de protecção às vidas e bens dos Portugueses de todas as etnias;
- Escorraçar do solo pátrio os abutres que vão esvoaçando procurando apoderar-se de uma valiosa herança de muitas gerações de Portugueses;
- Perservar toda a dignidade, grandeza e honra de uma Nação quase milenar, barrando os passos agressores que nos chegam do exterior, instigados e armados por potências estrangeiras. batendo-se as nossas Forças Armadas nas províncias africanas de Portugal com a mesma legitimidade com que um dia o fizeram em Ourique, na luta contra os Mouros, em Aljubarrota, contra os Castelhanos ou no Buçaco, contra os Franceses... tal como já o haviam feito na expulsão dos Holandeses de Angola.
----* Os Militares Portugueses defenderam uma Pátria enorme na sua dimensão geográfica, rica na abundância e variedade dos seus enormes recursos, respeitável e respeitada na profunda originalidade da sua maneira de ser e estar no mundo.
----* Em Angola, os 13 anos de guerra defensiva constituem autêntica epopeia, que tem sido escrita com sangue, suor e lágrimas vertidos por Homens das mais diversas ideologias, por Militares e Civis brancos, pretos ou mestiços, vindos da Madeira, dos Açores, do Algarve ou do Minho, de Angola, Guiné ou de Moçambique.
----* A permanência assaz teimosa dos Portugueses no Noroeste de Angola, onde se despediam dos amigos com um simples "até amanhã!", era o cúmulo do optimismo, alicerçado com a temerária marcha do Alferes Robles, com 20 Soldados do seu Pelotão, idos de Luanda a Carmona logo após os massacres de 15 de Março de 1961; com a formidável resposta das populações de Carmona quando do 1º. e único ataque do inimigo; a defesa de pequenas povoações isoladas, como o foi a Damba, o Quitexe, Aldeia Viçosa, Vista Alegre, Úcua ou Samza Pombo; a cena fantástica do épico içar da Bandeira Portuguesa na reconquistada Nambuagongo; o esforço extraordinário e magnífico da Aviação Militar e Civil, na evacuação dos feridos, no abastecimento de véveres às populações e o municiamento das Unidades Militares ali aboletadas, as acções heróicas das arremetidas dos "Comandos", "Páras" ou "Fuzos" Especiais, que em terras de Angola escreveram a ouro páginas inimagináveis de heroicidade, valor e sacrifício da própria vida, pois os melhores de entre eles deram-se em holocausto total da sua vida! Para eles Honra e Glória!
----* Os Portugueses não são gente que goste de se abstraír do seu dever para com os outros. Quando e sempre que necessário, eles dão a resposta que a sua generosidade lhes permite dar, mesmo que isso seja o sacrifício máximo concedido por um ser de excepção: A MORTE!

sábado, 13 de outubro de 2007

NEGAGE... DO NADA SE FEZ CIDADE - IV

g ... alguma vez teria de ser possível compreender o industrial empreendedor, o comerciante astuto, o caçador destemido, o Homem para lá da sua capa de duro, que pretende dar uma imagem de insenssibilidade para quantos o conhecem... mas é uma coração de ouro que não faz mal a ninguém... por bem.

g * Como disse em crónica anterior, João Ferreira constituíu-me seu "confidente" de ocasião, pelo que o fui entendendo cada vez mais à medida que ia ouvindo a narrativa da sua vida contada pelo próprio. Mas também procurei saber junto dos filhos e amigos até que ponto haveria alguma veracidade naquilo que ele me contava... e vim a saber pormenores deliciosos sobre a sua personalidade

g * Certo dia , estando a decorrer o mercado do café, o João Ferreira deslocou-se a Luanda, para efectuar algumas compras, pagamentos a fornecedores... e levantar uma importância em dinheiro, para o filho José Luis pagar o café adquirido no mercado. João Ferreira foi ao parque onde as suas camionetas estacionavam, normalmente. Perguntou ao vigilante qual era a camioneta que estava para partir para o Negage, este indicou-lha o veículo, onde João Ferreira colocou um embrulho de jornais entalado na corda que prendia o oleado, após o que, sem dizer água vai a ninguém, se retirou.

g * A camioneta partiu para o seu destino, sem dar conta de nada. Já quando subia para Salazar, as viaturas que faziam o trajecto em sentido contrário não paravam de fazer sinais ao motorista, que acabou por encostar e foi vêr o que se passava. Olhou para a carga e não viu qualquer anormalidade, pois o oleado estava no sítio, as cordas apertadas... o que seria que os colegas lhe estavam a querer dizer? Será que estavam "turras" nas imediações? Não era a primeira vez nem seria a última. Enquanto fazia estas conjecturas, um outro camionista parou um pouco adiante e veio até ele trazendo um pacote, embrulhado em jornal, nas mãos. - "Olha, pá! Pediram-me para te entregar isto, que caíu da camioneta! É coisa leve, não parecendo haver nada partido! Onde raio é que transportavas isto?". O camionista nem sabia o que dizer, pois não tinha conhecimento do que seria o embrulho nem quem o teria ali colocado. Agradeceu e dirigiu-se para a sua viatura, para continuar o caminho, pois queria evitar chegar noite ao Negage.
Sentou-se ao volante e resolveu verificar o conteúdo do embrulho. Qual não terá sido o espanto quando descobriu uma caixa de sapatos cheia de notas do Banco de Angola, muito direitinhas, novinhas em folha, cintadas "de fábrica"... que se podiam ter perdido se não fosse um colega passar por ele no momento em que o embrulho saltou da camioneta. Só podia ter sido o patrão... mas ele foi a Luanda, colocou o dinheiro na camioneta... e não disse nada? Quando chegasse ao escritório, o patrão João tinha que o ouvir, pois aquilo não se fazia,

g * Se bem o tinha pensado, melhor o fez. Como o Patrão tinha vindo de avião, a viagem foi mais rápida, como é evidente. O motorista, entregando a caixa embrulhada em jornal ao José Luis, perguntou ao João Ferreira: - "Patrãozinho, desculpe lá a pergunta: Não havia possibilidades de me entregar a caixa em mão? É que se não têm visto a caixa caír da camioneta, que me foi entregue por um colega a quem um outro havia dado para que ma entregasse, não sei o que seria agora de mim! Quanto dinheiro é que o senhor mandou na caixa?". - "Eram apenas 15.000 contos! Chegaram todos, não foi? Então está tudo bem!" - respondeu-lhe o João Ferreira, com a maior naturalidade do mundo - "Olha aí, ò Zé Luis: passa cá um maço para mim!" . O filho passa-lhe um maço de notas, que ele entrega ao motorista, dizendo-lhe: "Vai buscar a outra camioneta que tem estado a arranjar, paga o conserto e o resto é para pagar o susto!". Muito confuso com aquilo tudo, foi à oficina buscar a camioneta, que tinha mudado o compressor e os ferodos dos travões, pagou... e ficou a olhar para o resto do dinheiro: O JOÃO FERREIRA DERA-LHE 50 CONTOS DE REIS, e mais uns trocados, por causa da cena do dinheiro no cordame do oleado, mas não lhe pediu desculpa, tal era o orgulho! O que valia era ele ter coisas destas, que apagavam os maus momentos que ele lhes fazia passar.

g * Dias depois, entre dois dedos de conversa e um café no Avenida, o João Ferreira lá lhe confessou ter colocado o din heiro entalado nas cordas, sem nunca ter pensado na possibilidade de eles caírem... como já lhe havia acontecido noutra ocasião, mas desta vez perdeu-se parte do dinheiro, que vinha só embrulhado, sem caixa de cartão para o proteger... pelo que voou. Mas como tinha sido na sua carrinha, foi com ele não houve problema.

g * Mas as aventuras de João Ferreira continuam... sempre ligadas ao dinheiro... e não só. Depois eu conto, tá?